
18 MAR 2024 | GRIP | INFEÇÕES OSTEOARTICULARES
O Grupo de Infeções Osteoarticulares do Porto (GRIP) nasceu com a missão de proporcionar um tratamento diferenciado e multidisciplinar aos doentes com este tipo de lesões. O fundador e coordenador, Ricardo Sousa, conta o caminho que o GRIP realizou para nos dias de hoje se posicionar na linha da frente mundial no tratamento de infeções osteoarticulares. Veja a entrevista em vídeo.
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Testemunho: António Dória
Patologia: Gonartrose
"Cheguei ao Prof. Ricardo Sousa com o joelho em muito mau estado e receio da operação. Hoje o joelho operado é o que menos me preocupa e vivo o dia a dia com muito mais confiança."
Quando se fala em saúde, há uma palavra que resume tudo: confiança. Foi precisamente essa confiança — aliada à fiabilidade, competência e humanidade — que levou António a procurar o Prof. Dr. Ricardo Sousa, depois de décadas a lidar com um problema crónico no joelho.
A história começa no final da década de 1970, durante o serviço militar. Uma lesão grave no joelho, marcou o início de um problema que se prolongou por mais de 40 anos. Na altura, após internamento no Hospital Militar, foi aconselhado por um ortopedista de referência a adiar a cirurgia o máximo possível: evitar correr, jogar futebol e aceitar que, quando a dor fosse insuportável, a cirurgia seria inevitável.
Durante décadas, conseguiu adaptar-se. Viveu com limitações, mas manteve a sua vida ativa até ao momento em que o joelho entrou num estado irreversível. Foi então que procurou ajuda especializada e recebeu um diagnóstico claro — já não havia margem para soluções intermédias. A prótese total do joelho era a única opção viável.
A decisão não foi tomada de ânimo leve, mas foi explicada com clareza, transparência e realismo. A cirurgia correu bem e o resultado superou todas as expectativas.
Passados quase quatro anos, o joelho operado é descrito de forma simples e reveladora: “esqueço-me que o tenho”. Não há dor, não há limitações significativas e a qualidade de vida foi plenamente recuperada. O acompanhamento mantém-se regular, com consultas de vigilância, tal como acontece com qualquer equipamento que se quer manter em bom estado.
Curiosamente, é o outro joelho que começa a dar sinais de problemas e não o joelho operado . No entanto, a abordagem mantém-se a mesma: prudência, acompanhamento próximo e decisões apenas quando clinicamente justificadas. Sem precipitações. Sem alarmismos - uma relação médico-doente marcada também por humor, empatia e proximidade.
O testemunho destaca ainda a importância da reabilitação e da fisioterapia no sucesso da cirurgia. O cumprimento rigoroso das indicações médicas e o envolvimento ativo do paciente no processo de recuperação foram determinantes para o bom resultado final.
Para além da competência técnica, são os pequenos gestos que ficam: a disponibilidade permanente, a clareza na comunicação, a capacidade de explicar, ouvir e tranquilizar. A sensação de que do outro lado está alguém que se preocupa e que gosta genuinamente do que faz e se envolve verdadeiramente com os seus pacientes.
Assista ao vídeo completo:
Para mais informações:
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